RECONSTRUÇÃO DE MAMA


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RECONSTRUÇÃO DE MAMA

O câncer de mama é o mais incidente na população feminina mundial e brasileira, excetuando-se casos de câncer de pele não-melanoma. No Brasil, excluídos os tumores de pele não-melanoma, o câncer de mama também é o mais frequente em mulheres de todas as regiões, exceto na região Norte, onde o câncer do colo do útero ocupa a primeira posição. Para o ano de 2014 foram estimados 57.120 casos novos, que representam uma taxa de incidência de 56,1 casos por 100.000 mulheres (INCA, 2014).

O controle do câncer de mama  foi reafirmado como prioridade no plano de fortalecimento da rede de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer, lançado pela presidente da República, em 2011.

Após o adequado tratamento do câncer de mama, pode-se iniciar imediatamente a reconstrução mamária. A cirurgia para reconstrução da mama pode ser realizada no mesmo tempo cirúrgico que a Mastectomia (ou segmentectomia, em casos conservadores) ou tardiamente. Utilizam-se técnicas de cirurgia plástica que tentam restaurar a mama considerando-se a forma, a aparência e o tamanho após o tratamento oncológico. O trabalho em conjunto do Mastologista (tratamento do câncer de mama) e do Cirurgião Plástico (reconstrução da mama) é vital para se conseguir o melhor resultado.  

A reconstrução da mama é um procedimento física e emocionalmente gratificante para uma mulher que perdeu a mama devido ao câncer (ou qualquer outra situação). Uma nova mama pode melhorar radicalmente sua autoestima, autoconfiança e qualidade de vida. Embora a cirurgia possa lhe dar uma mama relativamente natural, a mama reconstruída nunca será exatamente igual a mama que foi removida.